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terça-feira, 19 de julho de 2011

História do Amor no Brasil - Mary Del Priore



História do Amor no Brasil - Mary Del Priore

As pessoas namoram e se beijam hoje da mesma forma que faziam durante o período colonial... A historiadora Mary Del Priore responde a essas questões percorrendo, com competência e leveza, 450 anos de idéias, práticas e modos amorosos no Brasil. Da rígida família patriarcal até a "desordem amorosa" propiciada pela pílula e pela revolução feminista, do amor-paixão ao amor que leva ao casamento, do flerte a paquera, a autora aborda séculos de vida amorosa no Brasil. Ricamente ilustrado, História do amor no Brasil é leitura ideal para mulheres e homens que querem entender e viver o afeto mais cantado da História.

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História e Mistérios dos Templários – Pedro Silva



História e Mistérios dos Templários – Pedro Silva

Pedro Silva – autor português, nascido em Tomar, cidade templária por excelência – nos revela dois séculos de história da mais famosa organização religiosa e militar criada na Idade Média: Os Cavaleiros Templários, monges e guerreiros beligerantes na defesa da fé cristã. Fundada em 1119, a Ordem prosperou em riqueza e prestígio, tendo participação decisiva na consolidação do território português e papel importante no descobrimento do Brasil.

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Pedagogia da Indignação - Paulo Freire



Pedagogia da Indignação - Paulo Freire

Freire introduz Pedagogia da autonomia explicando suas razões para analisar a prática pedagógica do professor em relação à autonomia de ser e de saber do educando. Enfatiza a necessidade de respeito ao conhecimento que o aluno traz para a escola, visto ser ele um sujeito social e histórico, e da compreensão de que "formar é muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de destrezas" (p.15). Define essa postura como ética e defende a idéia de que o educador deve buscar essa ética, a qual chama de "ética universal do ser humano"(p. 16), essencial para o trabalho docente.
Não podemos nos assumir como sujeitos da procura, da decisão, da ruptura, da opção, como sujeitos históricos, transformadores, a não ser assumindo-nos como sujeitos éticos (...) É por esta ética inseparável da prática educativa, não importa se trabalhamos com crianças, jovens ou com adultos, que devemos lutar (p. 17 e 19).

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Consciência e Matéria: O dualismo de Bergson - Jonas Gonçalves Coelho



Consciência e Matéria: O dualismo de Bergson - Jonas Gonçalves Coelho

Este livro remete a três complexas questões filosóficas as quais abordaremos a partir do pensamento de Bergson: a natureza da consciência, a natureza da matéria e a relação entre consciência e matéria. Tendo em vista os objetivos do presente estudo apresentaremos essa temática, cuja história é longa e tortuosa, a partir daquela que pode ser considerada como a sua formulação paradigmática, a de Descartes, referência teórica fundamental com a qual a tradição filosófica posterior, inclusive contemporânea, dialoga e da qual não consegue se desvencilhar, em que pesem os grandes desenvolvimentos das ciências físicas e biológicas. É por meio de um exercício de aproximação e de distanciamento em relação ao pensamento de Descartes que buscaremos compreender os principais aspectos da filosofia de Bergson e refletir criticamente sobre os seus fundamentos.

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Educação Como Prática de Liberdade - Paulo Freire



Educação Como Prática de Liberdade - Paulo Freire

Ao abordar a questão: como vejo a educação como prática de liberdade, deve se primeiro pensar o ser humano em sua relação com o mundo, seus condicionamentos e desafios, implica a consciência de sua história e de como superar a desumanização. Neste caso, nos remete logo a figura do educador Paulo Freire. A percepção de Freire, sobre sua época, sua capacidade de apreender seu momento histórico de propor caminhos para uma pedagogia da libertação popular o fez um dos maiores intelectuais de nossa história.

A educação libertadora para Freire é fundamental na prática revolucionária, pois não se pode primeiro fazer a revolução para depois pensar a educação que queremos. A necessidade de uma pedagogia da libertação popular, afirma-se em nossos cotidianos porque em nossos corpos, mentes e em toda a prática social está a pedagogia do opressor. Esta pedagogia legitima sua prática domesticadora, negando o direto de ser mais do povo (FREIRE, 1991).

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Estudo de caso - Planejamento e métodos - Robert K. Yin



Estudo de caso - Planejamento e métodos - Robert K. Yin

Com um texto muito claro, o autor trata de todos os aspectos do estudo de caso, da definição do problema, do projeto, da coleta e análise de dados à elaboração do relatório. Yin também demonstra os usos e a importância de estudos de caso em uma grande variedade de campos, incluindo sociologia, psicologia, história, administração, planejamento, serviço social e educação.

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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Homo Ludens – Johan Huizinga



Homo Ludens – Johan Huizinga

Homo Ludens é a obra mais importante na filosofia da história em nosso século. Escritor de inteligência aguda e poderosa, ajudado por um dom de expressão e exposição que é muito raro, Huizinga reúne e interpreta um dos elementos fundamentais da cultura humana: o instinto do jogo. Lendo este volume, logo se descobre quão profundamente as realizações na lei, na ciência, na poesia, na guerra, na filosofia e nas artes são nutridas pelo instinto do jogo, disse Roger Caillois.

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Livro das Moedas do Brasil – 1643 até o presente - Arnaldo Russo



Livro das Moedas do Brasil – 1643 até o presente - Arnaldo Russo

Em 1978, foi lançada no Brasil a 1ª. edição do então “Catálogo de Moedas do Brasil”, todo elaborado em São Paulo e composto e montado em Portugal, Esse catálogo revolucionou o mercado numismático pela sua ousadia em quebrar o padrão dos catálogos que eram até então editados e, já naquele tempo, pela sua esmerada qualidade gráfica, apresentando as moedas em seu tamanho natural.

O autor dessa façanha foi um filho de imigrantes italianos, que nasceu em São Paulo, no dia 6 de setembro de 1924 e trabalhou durante muito tempo na indústria metalúrgica de sua família.

Colecionador de moedas desde 1962, iniciou-se no comércio numismático na Praça da República, em São Paulo, tendo montado, em 1968, seu primeiro escritório numismático na rua Barão de Paranapia-caba, passando depois para a rua Tabatinguera, até que em 1974 mudou-se para a rua Senador Feijó nº 69, por onde passaram muitas das moedas e cédulas raras que estão nas melhores coleções do Brasil e do Exterior.

Arnaldo Russo, esse homem de modos rudes, mas de coração abençoado, faleceu em São Paulo no dia 8 de abril de 2008 mas deixou, como seu legado, essa sua criação, já com 30 anos de vida e que, nesta 12a. edição, continuará orientando e formando as próximas gerações dos colecionadores brasileiros.

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A Ideologia Alemã - Karl Marx e Friedrich Engels



A Ideologia Alemã - Karl Marx e Friedrich Engels

A Ideologia Alemã (1845/1846) foi uma das primeiras obras que os autores escreveram a quatro mãos.


Nela aparecia a primeira exposição do materialismo histórico: "O modo de produção da vida material determina o caráter geral dos processos da vida social, política e espiritual. Não é a consciência."

No Prefácio de Contribuição à Crítica da Economia Política (1859) Marx expõe as razões que o levou, com Engels, a redigir A Ideologia Alemã. Contudo, só em 1932 os manuscritos integrais serão retirados dos arquivos e publicados ao memso tempo em Leipzig e Moscou. A obra é fortemente polêmica e totalmente alusiva aos debates filosóficos nos quais os jovens hegelianos se digladiavam.

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Histórias em Quadrinhos (Leitura Crítica) - Sonia Luyten (Org.)



Histórias em Quadrinhos (Leitura Crítica) - Sonia Luyten (Org.)

Neste livro, diversos autores discutem e analisam de maneira crítica assuntos dos quadrinhos relacionados à comunicação e sua influência na propaganda.


Confrontam ainda os limites do imaginário com a realidade, por meio de uma ideologia do bem e do mal, cercada de muita criatividade.

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As Idéias de Popper - Bryan Magee



As Idéias de Popper - Bryan Magee

Esta obra é uma pungente crítica das filosofias do determinismo histórico, particularmente o marxismo. Embora pertencente à corrente da filosofia da ciência conhecida como positivismo lógico, Popper fará a melhor crítica do empirismo de Hume desde Kant, observando que mesmo a verificação empírica pressupõe uma teoria, uma vez que há de se definir o que se verificar. Como sua teoria do conhecimento encara a ciência como um processo crítico de resolução de problemas, Popper irá defender radicalmente as organizações sociais que facilitem a livre proposição crítica, o que denomina a sociedade aberta. E até por que mais racional e menos dispendiosa para os cidadãos pagadores de impostos que teriam das autoridades a pronta admissão e correção dos erros de suas políticas públicas.

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Escritos Políticos Arte da Guerra - Nicolau Maquiavel



Escritos Políticos Arte da Guerra - Nicolau Maquiavel

Com pensamento agudo e mente lógica, Maquiavel entrou para a história com seus conceitos de conquistas e poder.


Escritos Políticos é uma coleção de seus principais textos sobre o assunto, universalmente lidos e estudados. Em A Arte da Guerra o autor preconiza a extinção de forças armadas permanentes, por ameaçarem a Re-pública, e a criação de milícias populares.

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

AudioLivro - Carta de Pero Vaz de Caminha



Carta de Pero Vaz de Caminha - Pero Vaz De Caminha

Em pleno colapso e guerra civil, os Incas estavam quando viram pela primeira vez um espanhol! Parte do Império (que já estava em guerra civil) acreditou serem os espanhóis deuses salvadores, a outra parte que eram malditos demônios que os deuses deixaram escapar. Como resultado, tanto uma como outra, desencadearam maiores e valiosos sacrifícios humanos para chamar ajuda dos Deuses ou para reverenciá-los!
Anos antes, os Maias, mesmo sem entender, resistiram com bravura e sangue aos ataques espanhóis! Já os Astecas reverenciou-os como deuses no primeiro momento, para depois, percebido o erro, combater!
No território do atual EUA, os índios Iroqueses e outros, receberam com agressividade os ingleses.
Séculos antes, na África, houve batalhas ferozes nos primeiros contatos entre portugueses e africanos. De semelhante lógica, a agressividade foi o princípio do
A carta de Pero Vaz de Caminha é uma das raras cartas da história mundial que descrevem uma quebra na lógica dos primeiros contatos! Índios e portugueses conheceram-se de forma pacífica, com respeito. Algo absolutamente singular!

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Anjos e Demônios – Dan Brown



Anjos e Demônios – Dan Brown

Antes de decifrar ‘O Código Da Vinci’, Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, vive sua primeira aventura em ‘Anjos e Demônios’, quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável – a assinatura macabra no corpo da vítima – um ambigrama que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo – é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há quatrocentos anos. A antiga sociedade ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati – um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e religião. Em ‘Anjos e Demônios’, Dan Brown demonstra novamente sua extraordinária habilidade de entremear suspense com fascinantes informações sobre ciência, religião e história da arte, despertando a curiosidade dos leitores para os significados ocultos deixados em monumentos e documentos históricos.

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terça-feira, 20 de julho de 2010

Economia do Sistema Comunitário: Enquanto a mercadoria e a moeda não existem - Carlos Gomes.


Economia do Sistema Comunitário: Enquanto a mercadoria e a moeda não existem - Carlos GomesA Economia é uma ciência social ainda em construção, relativamente recente, com pouco mais de duzentos anos. Isto não significa que o homem não tenha, desde o começo da sua actividade produtiva, desenvolvido, acumulado e aperfeiçoado um conjunto de conhecimentos nessa área, formando assim o que se pode considerar um princípio de consciência econômica.Desde a antiguidade grega que o homem se tem preocupado com a influência dos factores de natureza económica na formação e na evolução das sociedades humanas. Surgiram assim escritos de filósofos, teólogos ou historiadores, como Platão e Aristóteles, a abordar conceitos relativos aos fundamentos económicos do Estado, ao processo de divisão do trabalho ou à definição de classes sociais, de acordo com o modo de produção predominante na época.Muito mais tarde, nos séculos XIV e XV, no seio duma sociedade alicerçada na produção mercantil generalizada, em que o comércio desempenha já um papel importante, alguns escritores árabes, como Ibn Khaldoun e El Makrizi debruçaram-se sobre temas económicos, chegando a analisar fenómenos monetários ou a desenvolver conceitos sobre o trabalho, o valor e o preço.A abertura das rotas marítimas do Atlântico ao Pacífico contribuiu para uma grande expansão do comércio mundial. Começaram então a aparecer, no século XVI, autores preocupados com o estudo do mercado comercial e financeiro, da política econômica do Estado, do equilíbrio entre a produção e o consumo, entre a oferta e a procura, com o estudo da acumulação da riqueza e a defesa da propriedade. Tais autores surgiram nas regiões onde o capitalismo registou um maior crescimento, ou seja, na Europa Ocidental, desde a Espanha à Inglaterra. Esta circunstância influiu no conteúdo das obras então vindas a público, cujas análises e conceitos evidenciam as questões relacionadas com o desenvolvimento do próprio sistema capitalista naquela área do continente europeu. Tais obras reflectem uma análise muito restrita e um alheamento da estrutura social e económica doutras regiões e doutros sistemas. Constituem porém as primeiras pesquisas metódicas e sistemáticas reveladoras dum efectivo interesse científico.O desenvolvimento do comércio e da indústria, durante o século XVIII, enfrentou grandes obstáculos por parte dos governos ainda dominados pela aristocracia feudal e dá lugar ao aparecimento de novas doutrinas económicas. Populariza-se o lema “laissez faire, laissez passer”. Com o começo da revolução industrial a investigação econômica intensifica-se acompanhando sempre a expansão do próprio sistema capitalista. Datam desta época os estudos mais aprofundados dos fenômenos econômicos, as tentativas de definição da economia política como ciência autônoma com as suas próprias leis, o aparecimento de novos conceitos e categorias.As conclusões extraídas são altamente influenciadas pela evolução do capitalismo na Europa. Situam a Economia, não como uma ciência social extensiva a todo o mundo, a todas as suas gentes, a todas as civilizações e modos de produção existentes, mas apenas como ciência do próprio sistema capitalista em expansão.Uma grande controvérsia se gerou então entre os economistas, originada pelos antagonismos das classes sociais. A consciência econômica assume claramente um carácter de classe e isso determinou a formação de escolas e teorias adversas, designadamente o pensamento marxista.


Evolução histórica da moeda - Estudo de caso: Brasil (1889-1989) - Yolanda Vieira de Abreu e Sanay Bertelle Coelho (2009).


Evolução histórica da moeda - Estudo de caso: Brasil (1889-1989) - Yolanda Vieira de Abreu e Sanay Bertelle Coelho (2009)Este estudo focaliza a evolução histórica da moeda no Brasil desde o período colonial até 1989. Primeiramente destaca-se a importância política, social e econômica do surgimento da moeda, seu conceito dado por diferentes autores, sua evolução e suas principais funções. Em relação à introdução do uso da moeda no Brasil descreveram-se os fatos e o contexto que levaram seu uso e sua influência no comércio da colônia brasileira e os que influenciaram no surgimento de novas moedas até 1989.


segunda-feira, 19 de julho de 2010

As Veias Abertas da América Latina - (Eduardo Galeano).


As Veias Abertas da América Latina - Eduardo GaleanoEduardo Hughes Galeano (Montevidéu, 3 de setembro de 1940) é um jornalista e escritor uruguaio. É autor de mais de quarenta livros, que já foram traduzidos em diversos idiomas. Suas obras transcendem gêneros ortodoxos, combinando ficção, jornalismo, análise política e História.Neste livro o autor analisa a História da América Latina como um todo desde o período colonial até a contemporaneidade, argumentando contra o que considera como exploração econômica e política do povo latino-americano primeiro pela Europa e depois pelos Estados Unidos da América. Segundo o autor, os metais arrebatados pelos novos domínios coloniais estimularam o desenvolvimento europeu e pode-se até mesmo dizer que o tornaram possível. A economia colonial latino-americana dispunha da maior concentração de força de trabalho até então conhecida, para possibilitar a maior concentração de riqueza que jamais possuiu qualquer civilização na história mundial.


A Dinâmica do Capitalismo - (Fernand Braudel).


A Dinâmica do Capitalismo - Fernand BraudelEsta obra apresenta, com vivacidade e espírito, as conclusões de Fernand Braudel acarca de um campo de investigação que consagrou trinta anos de sua vida: a História da Economia Ocidental.