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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Lista da Bloomberg dos 100 maiores bilionários inclui 4 brasileiros


Lista da Bloomberg dos 100 maiores bilionários inclui 4 brasileiros

Lemann aparece na 37ª posição, com fortuna avaliada em US$ 19,6 bi.
Ranking inclui ainda Dirce Camargo, Eike Batista e Joseph Safra.


Jorge Paulo Lemann é o único brasileiro entre as 40 maiores fortunas do ranking da Bloomberg (Foto: Reprodução)Jorge Paulo Lemann é o único brasileiro entre as 40 maiores fortunas do ranking (Foto: Reprodução)

O novo índice de bilionários lançado nesta quarta-feira (23) pela Bloomberg com os dados das 100 maiores fortunas do mundo inclui quatro brasileiros.
Jorge Paulo Lemann, investidor controlador da Anheuser-Busch InBev, maior cervejaria do mundo, é o brasileiro melhor colocado. Ele aparece na 37ª posição e uma fortuna avaliada em US$ 19,6 bilhões.
Os outros brasileiros listados são Dirce Camargo (65ª), Eike Batista (78ª) e Joseph Safra (83ª).
Eike chegou a ocupar a oitava posição do ranking em março de 2012, mas foi "perdendo" posições ao longo do ano, por causa da desvalorização das ações de suas empresas na bolsa de valores. Em dezembro, o empresário perdeu o posto de brasileiro mais rico e passou afigurar como o 3º mais rico do país.
A fortuna de Dirce Camargo, herdeira do grupo Camargo Correa, foi estimada em US$ 13,9 bilhões e a do banqueiro Joseph Safra em US$ 12,3 bilhões.
Índice de Bilionários da Bloomberg é atualizado diariamente e oferece uma ferramenta de busca com dados e perfis sobre cada um dos bilionários.
No topo do ranking permanece o mexicano Carlos Slim, com uma fortuna avaliada em US$ 78,2  bilhões, seguido pelo cofundador da Microsoft, o americano Bill Gates, de 56 anos, com fortuna de US$ 64 bilhões, e o espanhol Amancio Ortega, fundador do grupo têxtil Inditex, dono da marca Zara, com US$ 59,1 bilhões.

Arrecadação federal bate recorde em 2012 e supera R$ 1 trilhão pela 1ª vez



Arrecadação federal bate recorde em 2012 e supera R$ 1 trilhão pela 1ª vez

No ano passado, arrecadação somou R$ 1,02 trilhão, com alta real de 0,7%.
Alta foi registrada mesmo com crise financeira e desonerações de tributos.


Mesmo com a crise financeira internacional, que influenciou o nível de atividade da economia brasileira, e com as desonerações de tributos anunciadas pelo governo federal no ano passado, a arrecadação de impostos e contribuições federais subiu 0,7% em 2012, em termos reais, e bateu novo recorde histórico ao somar R$ 1,02 trilhão. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (23) pela Secretaria da Receita Federal.
De acordo com informações do Fisco, 2012 foi a primeira vez que a arrecadação federal rompeu a barreira de R$ 1 trilhão em um ano fechado. Em 2011, havia somado R$ 969 bilhões. No ano passado, a arrecadação registrou o terceiro crescimento real (após o abatimento da inflação) consecutivo. A série histórica da Receita Federal começa em 1985, mas a que leva em conta valores corrigidos pela inflação (IPCA) tem início em 2003.
Terceiro ano consecutivo com alta real
Desde 2009, quando o país sentiu o impacto da primeira etapa da crise financeira, após o anúncio de concordata do Lehman Brothers (em setembro de 2008), a arrecadação não tem queda real. De 2002 para 2003, a arrecadação caiu 1,85% em termos reais, mas em 2004 houve crescimento de 10,6%; de 5,65% em 2005; 4,48% em 2006; 11,09% em 2007; e de 7,68% em 2008. Em 2009, a arrecadação recuou 3%, mas subiu 9,85% em 2010 e 10,1% em 2011.
Em termos nominais, a arrecadação cresceu R$ 59 bilhões no ano passado, ou seja, sem a correção, pela inflação, dos valores arrecadados em 2011 e 2012. Deste modo, esse crescimento foi contabilizado com base no que efetivamente ingressou nos cofres da União. Ainda assim, ficou abaixo do crescimento de R$ 143 bilhões registrado de 2010 para 2011.
Crise financeira, desonerações e pagamento de débitos em atraso
A marca de R$ 1 trilhão em tributos federais, arrecadados no ano passado, aconteceu apesar dos efeitos da crise financeira internacional - que reduz o nível de atividade da economia brasileira e, consequentemente, o valor pago em tributos federais. Em 2011, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 2,7% e, no ano passado, a estimativa do mercado financeiro é de que a expansão tenha ficado pouco abaixo de 1%.
Ao mesmo tempo, o governo federal também abriu mão de arrecadação para tentar justamente combater os efeitos da crise financeira na economia brasileira. Entre outras medidas, zerou a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) dos combustíveis, abdicando de cerca de R$ 8,8 bilhões em 2012, corrigiu a tabela do Simples, incluiu novos setores na desoneração da folha de pagamentos, baixou o IOF para pessoas físicas (de 3% para 1,5% ao ano) e do IPI para linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e automóveis. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, estimava que a renúncia fiscal com as desonerações, em 2012, tenha ficado em cerca de R$ 45 bilhões. 
Por outro lado, o governo contou com o pagamento de débitos em atraso para elevar a arrecadação federal. Em julho do ano passado, foi contabilizado o pagamento de um débito em atraso, relativo à Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL),  no valor de R$ 5,8 bilhões por conta de encerramento de questionamento na Justiça. Além disso, também houve, em junho de 2012, o recebimento, pelo governo, de R$ 6,7 bilhões por conta da consolidação, e antecipação, de débitos em atraso incluídos no Refis da Crise.
Dezembro de 2012
No último mês do ano passado, a arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 103,2 bilhões, com aumento real de 0,96% frente a igual mês de 2011 (R$ 102,2 bilhões em valores corrigidos pelo IPCA). Mesmo assim, a arrecadação de impostos e contribuições federais não bateu recorde no último mês do ano passado, visto que, em dezembro de 2010 a arrecadação totalizou R$ 105,1 bilhões - valores já corrigidos pela inflação.

Barateamento da conta de luz vai ser maior que o previsto, diz Aneel


Corte na tarifa será de 18% para residências e até 32% para a indústria.
Em setembro, governo havia anunciado corte de 16% a 28%.

Fábio AmatoDo G1, em Brasília
Conta de luz  (Foto: Editoria de Arte/G1)
O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) Romeu Rufino informou nesta quarta-feira (23) que o barateamento da conta de luz, que começa a valer em 5 de fevereiro, vai ser de 18% para residências e comércio e de até 32% para grandes indústrias.

Esses índices são maiores que os previstos anteriormente pelo governo. Em setembro, quando anunciou o plano para redução da tarifa de energia, a presidente Dilma Rousseff informou que o corte seria, em média, de 16% para residências e comércio e de até 28% para a indústria.

Os novos valores vão ser anunciados oficialmente pela presidente durante pronunciamento que está previsto para ir ao ar na noite desta quarta-feira.

Rufino confirmou que o corte maior será bancado com recursos do Tesouro, mas não soube dizer, porém, de quanto será o aporte. A previsão inicial era de que o Tesouro aplicasse R$ 3,3 bilhões para que o governo pudesse colocar em prática o barateamento na conta de luz. Com os novos índices, esse valor vai ser maior.

O plano de barateamento da energia é uma das principais bandeiras do governo Dilma. Com a medida, o governo espera reduzir os custos das empresas brasileiras, que ganham mais competitividade num momento em que a crise econômica internacional se agrava.
Sanção da lei
No dia 14 de janeiro foi publicada a sanção, pela presidente Dilma Rousseff, da lei 12.783, que renova concessões do setor de energia e permite o barateamento da conta de luz dos brasileiros.

Na época, cálculos do governo federal apontavam que as medidas previstas na lei levariam a uma redução média de 20,2% na tarifa de energia a partir de fevereiro (16% para residências e até 28% para a indústria).

A lei permite ao governo prorrogar, por até 30 anos, concessões de geração (usinas hidrelétricas e térmicas), transmissão e distribuição de energia que vencem entre 2015 e 2017. Em troca, esses concessionários tiveram que aceitar receber, já a partir de 2013, uma remuneração até 70% inferior pelo serviço prestado.

Uma parte da redução na conta de luz vem através dessa medida. A outra vem da eliminação, da conta de luz, de dois dos encargos setoriais incidentes: a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) e a Reserva Geral de Reversão (RGR). Já a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) será reduzida a 25% de seu valor atual, e assume o custeio de programas contidos nos outros dois.

A energia produzida pelas usinas cujas concessões estão sendo prorrogadas, mais barata por conta do corte na remuneração desses agentes, será transformada em cotas e repartida entre todas as distribuidoras do país. Dessa maneira, segundo o plano do governo, o barateamento na conta de luz vai poder chegar a todos os brasileiros.
Termelétricas
Com a baixa dos reservatórios das usinas hidrelétricas entre o final de 2012 e início deste ano, o país foi obrigado a recorrer às usinas termelétricas para garantir o abastecimento energético do país. O uso dessa energia, mais cara, pode se refletir em alta nas contas de luz, revertendo parte do corte anunciado pela presidente.
Essa alta, se houver, chegará aos consumidores após a revisão anual das tarifas de energia elétrica, que começa a ser feita em fevereiro e segue ao longo do ano. O percentual de reajuste é calculado separadamente para cada distribuidora.
No início do mês, o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema, Hermes Chipp, admitiu que o uso da energia produzida pelas usinas termelétricas pode gerar aumento nas contas de luz. Segundo ele, porém, se neste ano a conta com a geração termelétrica for muito alta, o governo pode encontrar uma maneira de os consumidores não pagarem sozinhos.
Como é feita a conta
A cobrança pelo uso das termelétricas é feita na tarifa por meio dos Encargos de Serviços do Sistema (ESS), que cobrem os custos com a manutenção da confiabilidade e da estabilidade do sistema elétrico. O valor adicional com a ligação das térmicas é dividido entre todos os consumidores e quem faz a conta é a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Essa conta acontece em duas etapas. Todos os anos, quando a Aneel calcula o reajuste das 63 distribuidoras de energia elétrica do país, inclui no cálculo estimativas de despesas que essas concessionárias vão ter nos próximos 12 meses com algumas ações, entre elas o pagamento da energia gerada pelas térmicas.
Na etapa seguinte, a agência verifica se esse gasto foi maior ou menor que o previsto no ano anterior. Se foi menor, a distribuidora teve adiantamento de receita e precisa compensar os consumidores, por meio de desconto nas tarifas. Se as despesas da concessionária foram superiores ao estimado, ela é que é ressarcida pelos consumidores.
Portanto, a partir de fevereiro, quando a Aneel começa a calcular os reajustes das distribuidoras, o gasto adicional do sistema com as termelétricas nos últimos meses, estimado em cerca de R$ 700 milhões ao mês, vai ser levado em consideração na hora de determinar o reajuste da conta de luz.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

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A história de Bel Pesce de apenas 24 anos é um desses roteiros de Hollywood que está acontecendo agora, bem diante de nossos olhos. É uma história muito inspiradora que nos mostra o quanto está em nossas mãos o poder de mudarmos o nosso destino por meio de escolhas que fazemos diariamente, por meio de nosso entusiasmo e por acreditarmos e lutarmos pelo improvável, ainda que muitos nos desencorajem dizendo que é um sonho grande demais para ser sonhado.  

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A era industrial acabou há muito tempo há mais de 30 anos, só que os Brasileiros vivem em uma era que não existe mais, do jeito que estão as empresas privadas, a concorrência nos concursos público e o stress e excesso de trabalho de ser autônomo. Eu acho que o empreendedorismo seja o futuro do mercado de trabalho. Ser empreendedor é a profissão do futuro.


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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Livro das Moedas do Brasil – 1643 até o presente - Arnaldo Russo



Livro das Moedas do Brasil – 1643 até o presente - Arnaldo Russo

Em 1978, foi lançada no Brasil a 1ª. edição do então “Catálogo de Moedas do Brasil”, todo elaborado em São Paulo e composto e montado em Portugal, Esse catálogo revolucionou o mercado numismático pela sua ousadia em quebrar o padrão dos catálogos que eram até então editados e, já naquele tempo, pela sua esmerada qualidade gráfica, apresentando as moedas em seu tamanho natural.

O autor dessa façanha foi um filho de imigrantes italianos, que nasceu em São Paulo, no dia 6 de setembro de 1924 e trabalhou durante muito tempo na indústria metalúrgica de sua família.

Colecionador de moedas desde 1962, iniciou-se no comércio numismático na Praça da República, em São Paulo, tendo montado, em 1968, seu primeiro escritório numismático na rua Barão de Paranapia-caba, passando depois para a rua Tabatinguera, até que em 1974 mudou-se para a rua Senador Feijó nº 69, por onde passaram muitas das moedas e cédulas raras que estão nas melhores coleções do Brasil e do Exterior.

Arnaldo Russo, esse homem de modos rudes, mas de coração abençoado, faleceu em São Paulo no dia 8 de abril de 2008 mas deixou, como seu legado, essa sua criação, já com 30 anos de vida e que, nesta 12a. edição, continuará orientando e formando as próximas gerações dos colecionadores brasileiros.

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Cultura Digital.br - Rodrigo Savazoni e Sergio Cohn (Orgs)



Cultura Digital.br - Rodrigo Savazoni e Sergio Cohn (Orgs)

Cultura Digital.br é uma coletânea que reúne alguns dos melhores pesquisadores da área no Brasil, na linha muito inspirada por Gilberto Gil no Ministério da Cultura, de se transfomar a cultura de “verniz” de elites em enriquecimento popular, fomento da participação na economia criativa.


A visão é de uma cultura digital participativa, e o livro examina sucessivamente as dimensões políticas, econômicas, de infraestrutura, artísticas, de comunicação, e de transformação do próprio universo cultural. Na era da conectividade planetária, não precisamos mais ser apenas receptores passivos de produções do show business, somos todos produtores e consumidores ao mesmo tempo. Janelas abertas, vento fresco, novas idéias.

Download do livro Aqui:

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Casais inteligentes enriquecem juntos


Descrição: Um dos maiores detonadores de brigas entre o casal são as dificuldades financeiras. Faltou dinheiro para pagar as contas? A culpa recai sobre o parceiro esbanjador, que não quer nem saber se havia saldo no banco na hora de fazer alguma compra. Sobrou dinheiro no fim do mês? Em vez de comemorar, o casal pode arranjar mais um motivo de discussão sobre como investir ou gastar aquela quantia. Para Gustavo Cerbasi, a causa desses desentendimentos é a falta de conversa em família sobre dinheiro. Em geral o casal só fala sobre o assunto quando a bomba já estourou. E, como não discute a questão a dois, a maioria não faz um orçamento, não guarda dinheiro para atingir suas metas (ou, pior ainda, cada um tem seu objetivo, que o outro não conhece), não tem planos para a manutenção de seu padrão de vida no futuro, toma decisões de compra sem refletir, investe mal o dinheiro que eles suaram tanto para ganhar... Tem jeito? Sim, é possível mudar esse quadro se houver vontade e compromisso do casal, seja qual for seu orçamento. Com sugestões para casais em qualquer fase do relacionamento, dos namorados aos casais com filhos adultos, Casais inteligentes enriquecem juntos mostra diferentes estratégias para formar uma parceria inteligente, ao longo da vida, na administração das finanças da família. Ele traz também testes que avaliam a capacidade do casal em construir riqueza. E com isso vai até sobrar dinheiro para dar uma incrementada no relacionamento!

Download Do Livro Aqui:

terça-feira, 20 de julho de 2010

Economia do Sistema Comunitário: Enquanto a mercadoria e a moeda não existem - Carlos Gomes.


Economia do Sistema Comunitário: Enquanto a mercadoria e a moeda não existem - Carlos GomesA Economia é uma ciência social ainda em construção, relativamente recente, com pouco mais de duzentos anos. Isto não significa que o homem não tenha, desde o começo da sua actividade produtiva, desenvolvido, acumulado e aperfeiçoado um conjunto de conhecimentos nessa área, formando assim o que se pode considerar um princípio de consciência econômica.Desde a antiguidade grega que o homem se tem preocupado com a influência dos factores de natureza económica na formação e na evolução das sociedades humanas. Surgiram assim escritos de filósofos, teólogos ou historiadores, como Platão e Aristóteles, a abordar conceitos relativos aos fundamentos económicos do Estado, ao processo de divisão do trabalho ou à definição de classes sociais, de acordo com o modo de produção predominante na época.Muito mais tarde, nos séculos XIV e XV, no seio duma sociedade alicerçada na produção mercantil generalizada, em que o comércio desempenha já um papel importante, alguns escritores árabes, como Ibn Khaldoun e El Makrizi debruçaram-se sobre temas económicos, chegando a analisar fenómenos monetários ou a desenvolver conceitos sobre o trabalho, o valor e o preço.A abertura das rotas marítimas do Atlântico ao Pacífico contribuiu para uma grande expansão do comércio mundial. Começaram então a aparecer, no século XVI, autores preocupados com o estudo do mercado comercial e financeiro, da política econômica do Estado, do equilíbrio entre a produção e o consumo, entre a oferta e a procura, com o estudo da acumulação da riqueza e a defesa da propriedade. Tais autores surgiram nas regiões onde o capitalismo registou um maior crescimento, ou seja, na Europa Ocidental, desde a Espanha à Inglaterra. Esta circunstância influiu no conteúdo das obras então vindas a público, cujas análises e conceitos evidenciam as questões relacionadas com o desenvolvimento do próprio sistema capitalista naquela área do continente europeu. Tais obras reflectem uma análise muito restrita e um alheamento da estrutura social e económica doutras regiões e doutros sistemas. Constituem porém as primeiras pesquisas metódicas e sistemáticas reveladoras dum efectivo interesse científico.O desenvolvimento do comércio e da indústria, durante o século XVIII, enfrentou grandes obstáculos por parte dos governos ainda dominados pela aristocracia feudal e dá lugar ao aparecimento de novas doutrinas económicas. Populariza-se o lema “laissez faire, laissez passer”. Com o começo da revolução industrial a investigação econômica intensifica-se acompanhando sempre a expansão do próprio sistema capitalista. Datam desta época os estudos mais aprofundados dos fenômenos econômicos, as tentativas de definição da economia política como ciência autônoma com as suas próprias leis, o aparecimento de novos conceitos e categorias.As conclusões extraídas são altamente influenciadas pela evolução do capitalismo na Europa. Situam a Economia, não como uma ciência social extensiva a todo o mundo, a todas as suas gentes, a todas as civilizações e modos de produção existentes, mas apenas como ciência do próprio sistema capitalista em expansão.Uma grande controvérsia se gerou então entre os economistas, originada pelos antagonismos das classes sociais. A consciência econômica assume claramente um carácter de classe e isso determinou a formação de escolas e teorias adversas, designadamente o pensamento marxista.


segunda-feira, 19 de julho de 2010

Investimento Estrangeiro e o Subdesenvolvimento do Peru - 1990-2000 - (Deymor Beyter Centty Villafuerte).


Investimento Estrangeiro e o Subdesenvolvimento do Peru - 1990-2000 - Deymor Beyter Centty VillafuerteEsta pesquisa visa demonstrar que a visão neoclássica de desenvolvimento, que defende o investimento estrangeiro como um meio para promover a atração de poupança externa epermitir que os países em desenvolvimento saiam do estado de atraso e da dependência, o que significa, portanto, o subdesenvolvimento existente no Peru. Porém, o período de maior liberalização da economia não significa incentivar o desenvolvimento, pelo contrário, este investimento estrangeiro explica o subdesenvolvimento do Peru, contradizendo a teoria neoclássica e afirmando que o desenvolvimento só será alcançado em um sistema mais equitativo.


História Econômica do Brasil - Caio Prado Júnior


História Econômica do Brasil - Caio Prado JúniorCaio Prado Júnior (11-02-1907 - 23-11-1990) nasceu em São Paulo. Pertencia à aristocrática família Prado, de certa tradição na sociedade paulista, dona de riquezas e importante participação na economia local. O livro História Econômica do Brasil é um texto interpretativo da formação econômica nacional, desde o período colonial até 1930. Trata-se de um relato simples e didático; afinal, Caio é um historiador que sabe economia, mas não fala “economês” (apresenta menos números e mais história).Poucos livros contribuíram de maneira tão decisiva para a compreensão em profundidade das grandes questões nacionais quanto História Econômica do Brasil, de Caio Prado Jr. Produto de um esforço precursor de interpretação da história brasileira sob um ponto de vista marxista, ele inaugurou uma nova etapa da vida intelectual do país. História Econômica do Brasil continua a ser um livro indispensável para o entendimento das características estruturais da sociedade brasileira, dos dilemas que herdamos do passado e dos possíveis caminhos de sua superação.

The Story of Stuff – A história das coisas (2007).





“A história das coisas” discorre sobre os processos produtivos de praticamente todas as coisas do mundo. Todas mesmo! Deste monitor onde você está lendo esse texto ao último presente que você ganhou, seja lá qual ele for.O vídeo mostra de forma bastante didática, como nos transformamos em consumistas viciados e alienados. Em como a comunicação e a propaganda nos ofendem e obrigam a mantermo-nos atualizados em tudo. Moda, tendências, eletrônicos, entretenimento, em tudo. Afinal, ninguém (ou alguns muitos) quer(em) parecer antiquado(s) e ultrapassado(s).Ao assistir você verá que, nos Estados Unidos, praticamente tudo o que se produz torna-se lixo em no máximo seis meses. Todo tipo de produto. De carros a roupas, em seis meses precisam ser transformados ou descatados na natureza, destruindo mais ainda o nosso planeta.Mas existe experança e ela passa pela mudança da produção linear para a produção em ciclos renováveis. Assista o vídeo.“Temos mais coisas, porém menos tempo para o que realmente nos faz felizes.”