Mostrando postagens com marcador Informação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Informação. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de dezembro de 2012

Tablet e os Livros — Uma Revolução Vem por Aí?

Eu tenho um tablet coby 7015 que já está comigo há uns 7 meses. No começo usava pra entrar na net. Daí aconteceu algo.
Vi lá no painel um símbolo da Amazon, um aplicativo pra organizar e ler ebooks comprados online pelo site.
Lá no início eu tinha certeza que nunca iria ler nada pela tela do tablet. E algo acontece.
Eu baixei meu primeiro ebook comprado pelo Amazon. Eu comprei um livro virtual que custou uns 9 dólares, se não me engano. E fiz isso por um simples motivo de paciência
Meus livros físicos, digamos assim, de papel, demoram no mínimo 40 dias úteis pra chegar aqui em casa. Fora um que demorou exatos 129 dias pra chegar a minhas mãos. No minimo tenso. E nisso aparece a opção digital.
Digital é modo de falar. Virtual. Ou simplesmente ebook.
Uns 90% dos livros no Amazon já podem ser comprados nas suas versões eletrônicas. São mais baratos, e o que é mais importante; assim que você paga, já pode começar a ler o conteúdo. E o conteúdo em papel ou na tela do pc ou do tablet é a mesma coisa. Letras são letras, e o que você aprende será a mesma coisa.
Esperar pelo papel viajar mundos até chegar a sua casa? Hum… começo a perceber que isso é coisa dos anos 2000. Mas vou parar de ler livros em papel?
Ainda não. Ainda que um tablet da Coby ou um tablet Genesis – o modelo da minha irmã – sejam muito bons e tals, ainda não existe como tirar a experiencia do papel.
Ainda. O Kindle é uma FANTÁSTICA tentativa de dar um bicudo de vez no papel, e falta pouquíssimo, ou sendo mais sincero, só falta eu ler o tanto de livro que ainda tenho na estante, para poder comprar meu Kindle e, muito provavelmente, nunca mais comprar nada em papel.
E com a melhora do tablet Android em seus diversos modelos e marcas, com o avanço da tecnologia em passos de gigantes, e com as telas cada vez mais sendo pensadas em ser usadas pra leitura, o caminho já está visto, agora só falta ser trilhado. E isso quem vai decidir é você.
Muito me assusta eu não ter trocado todos meus livros de papel por um Kindle. Eu ainda me pergunto porque não comprei meu aparelho da Amazon.
O que me segura de verdade é que a hora não chegou. O preço é uma facada. O frete dos Estados Unidos demora uma vida. E o que tem pra comprar é mais outra facada na alma.
Eu só sei de uma coisa, e só de uma.
Em menos tempo do que eu imagino o mercado de ebooks e livros eletrônicos será tão grande e tão normal que muitos perguntaram como nós liamos livros em papel.
NO mínimo será uma pergunta difícil de responder.


terça-feira, 19 de julho de 2011

Paulo Freire Para Educadores - Vera Barreto



Paulo Freire Para Educadores - Vera Barreto

Com o seu modo peculiar de enxergar a educação, tomando-a como instrumento para que o ser humano possa ser mais ou, em outras palavras, ser sujeito da sua própria história, Paulo Freire nos deixou uma riqueza inestimável. Educador e pensador, é, sem dúvida alguma, uma personalidade que marcou este século de busca pela melhoria da educação no Brasil.
Em Paulo Freire para educadores, a autora, Vera Barreto, numa mescla de informação e exaltação desses pensamentos, aclarando ainda mais a personalidade do educador, constrói um texto vigoroso que une o lado idealista e o lado prático de Freire.

Download do Livro Aqui:

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Por uma Outra Globalização - Milton Santos.


Por uma Outra Globalização - Milton Santos"Vivemos num mundo confuso e confusamente percebido." É assim que o geógrafo Milton Santos inicia o livro Por uma Outra Globalização: do pensamento único à consciência universal. O autor faz uma análise da globalização e aponta três possibilidades. A primeira seria o mundo como nos fazem vê-lo, a globalização como fábula. Como exemplo, temos a ideologia da aldeia global, da velocidade da informação. Porém, o autor adverte que as informações são releituras da realidade feitas pelos atores hegemônicos da globalização e obviamente procuram manter a dominação por eles exercida. A segunda seria o mundo tal como ele é, a globalização como perversidade. O desemprego crescente, o aumento da pobreza, a tendência de diminuição do salário médio, o aparecimento de novas doenças e o reaparecimento de doenças tidas como erradicadas são exemplos da perversidade da globalização. A terceira é uma amostra de otimismo. O autor apresenta a possibilidade de uma outra globalização. Segundo ele, os avanços da técnica permitiriam que todas as pessoas tivessem melhores condições de vida. Bastaria redirecionar a técnica, que hoje serve a poucos, para servir à maioria.