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terça-feira, 19 de julho de 2011

O Lugar do Pai: Uma Construção Imaginária - José Maurício da Silva



O Lugar do Pai: Uma Construção Imaginária - José Maurício da Silva

O lugar do pai: uma construção imaginária é uma reflexão acerca das transformações sócio-psíquicas referentes ao estatuto do pai na sociedade contemporânea. Dividido em cinco capítulos, o livro inicia um diálogo com a História, visitando antigas civilizações como Egito, Mesopotâmia, Oeste Semítico, Grécia, Roma e passando pelo mundo bíblico. O autor discute a concepção de pai e a função paterna presentes nessas culturas, e a concepção de Deus Pai na cultura judaico-cristã. No segundo capítulo, a partir de considerações antropológicas, certifica-se que a função paterna não passa necessariamente pelo gênero (masculino/feminino), mas pelo arranjo cultural de cada organização humana. Embasado na psicanálise, no terceiro capítulo, o autor apresenta a concepção de Pai em Freud, partindo dos estudos de três mitos: Édipo, Totem e Tabu e Moisés e o Monoteísmo. Ampliando a discussão, recorre a Lacan apresentando os conceitos de função paterna, nome do pai e a pluralização do nome. Ao retomar o diálogo História-Psicanálise, o autor analisa na história da família brasileira o lugar ocupado pelo pai, lugar este resultante de uma construção sócio-histórica e ideologicamente sacralizada. Por fim, o autor apresenta ainda a existência de novas configurações familiares que constituem um desafio em repensar alguns conceitos tidos como naturais.

Download do Livro Aqui:

segunda-feira, 19 de julho de 2010

BRASIL, PAÍS DO FUTURO - Stefan Zweig


BRASIL, PAÍS DO FUTURO - Stefan Zweig


Seis meses antes de se suicidar no Brasil, Stefan Zweig lançou "Brasil, país do futuro", sua obra mais controversa, onde retrata sua visão de um país diferente dos que já havia conhecido anteriormente. Quinze meses se passaram entre a chegada do escritor austríaco Stefan Zweig ao Brasil, fugindo do nazismo na Europa, e seu suicídio em Petrópolis. Ao deixar a Inglaterra em junho de 1940, assustado com o avanço das tropas de Hitler na França, ele mandou um telegrama de Nova York ao seu editor no Brasil, Abrahão Koogan, avisando que estava se preparando para uma “viagem sul-americana” e ficaria um tempo no Rio para terminar “o livro brasileiro”. Quem, hoje, lê ou relê Zweig? Aproveite e baixe o livro e leia-o para que suas conclusões sejam completas (ou se tornem ainda mais duvidosas sobre esse chamado “País Tropical”).Download do livro: