segunda-feira, 26 de julho de 2010

A Sociedade em Rede - Manuel Castells.




A Sociedade em Rede - Manuel Castells.


Manuel Castells é um sociólogo espanhol que foi um dos precursores do estudo sobre o impacto da tecnologia na sociedade.


A revolução dos estudantes franceses de 1968 (Campus de Nanterre da Universidade de Paris) começou na sala dele, sendo que foi expulso e estabeleceu-se na Universidade de Berkeley.


Seu livro "Sociedade em Rede" é o primeiro trabalho a englobar a cultura frente à tecnologia. A obra caracteriza a versão dele, versão baseada numa grande quantidade de dados científicos. É um estudo sobre a interface da tecnologia com as pessoas.


"Sociedade em Rede", examina muitos aspectos da sociedade e coloca no contexto de uma organização de rede. Quanto a organização em rede, o autor quer dizer SCA (Sistemas Complexos Adaptativos). Um exemplo é a própria Internet ou os grupos que se formam dentro dela nela. Há uma ênfase na agilidade e organização por causa da rede. Ele explora a transformação pela rede, por exemplo, fazendo um paralelo com o que aconteceu aos PCs em 1970, com computadores interconectando-se pela Internet, e a sociedade organizando-se em rede. Desta maneira, baseando-se em pesquisas feitas no Estados Unidos, Ásia, América Latina e Europa, Castells procura formular uma teoria que dê conta dos efeitos fundamentais da tecnologia da informação no mundo contemporâneo, examinando os seus efeitos e implicações na vida urbana, na política global e na natureza do tempo.




Dossiê Norbert Elias - Leopoldo Waizbort (Org.).

Dossiê Norbert Elias - Leopoldo Waizbort (Org.).

O sociólogo alemão Norbert Elias (1897-1997) acreditava em uma ciência dos homens que incorporasse disciplinas como a Psicologia, incluindo a Psicanálise, a Economia, a Filosofia, a Lingüística, a História e a Teoria Literária.
Este livro reúne cinco trabalhos que destacam sua proposta de abordagem multidisciplinar e a abrangência de seu aparato conceitual e analítico, ao confrontá-los com as postulações tradicionalmente adotadas nas ciências sociais, estabelecendo uma aproximação com Marcel Mauss, apontando as oposições polêmicas com Max Weber e as semelhanças com Georg Simmel. Sobre o Organizador: Leopoldo Waizbort é professor do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

Download do livro Aqui:

Brasil - Território E Sociedade No Início Do Século XXI - Milton Santos e Maria Laura Silveira.



Brasil - Território E Sociedade No Início Do Século XXI - Milton Santos e Maria Laura Silveira.


Este livro atende a dois objetivos contrais: oferecer uma visão globalizada da realidade nacional e fazê-lo através de um dos seus aspectos mais integradores: o território. Representa, de certo modo, uma dupla aventura geográfica. De um lado, mostra como um país pode ser analisado mediante uma visão inovadora, fundada na realidade da globalização, e, de outro, revela a riqueza de uma interpretação baseada na mediação entre uma teoria e os dados empíricos, aliás numerosos.










Corrida armamentista ou modernização de armamentos na AS: estudo comparativo dos gastos militares - Estudos e Cenários (dez. 2008) - Rafael Villa.



Corrida armamentista ou modernização de armamentos na América do Sul: estudo comparativo dos gastos militares - Estudos e Cenários (dez. 2008) - Rafael Villa.


Este estudo ocupa-se com um ponto que vem inquietando alguns setores públicos e sociais sul-americanos: dado o aumento do armamento sofisticado por alguns países da região a fornecedores tradicionais e não tradicionais, a região estaria entrando em uma corrida armamentista? Para dar resposta a esta questão, o paper investiga a temática em três momentos: a dinâmica das compras; as motivações oficiais e latentes e o debate entre o cenário de uma corrida armamentista, com base em seis argumentações do autor do presente estudo.


Equador - Integração Econômica e Inserção Regional no governo Rafael Correa - Estudos e Cenários (out. 2008) - Daniela Campello.



Equador - Integração Econômica e Inserção Regional no governo Rafael Correa

- Estudos e Cenários (out. 2008) - Daniela Campello.


O Equador situa-se entre os países mais pobres e menos desenvolvidos da América Latina, à frente apenas da Colômbia, Bolívia e do Paraguai. Sua atividade econômica concentra-se na produção agrícola (bananas, café, cacau, entre outros) e petroleira, esta responsável por 55% das exportações, 20% do PIB e 30% das receitas do governo central equatoriano. O setor petroleiro é também o maior destino do investimento direto estrangeiro no país, recebendo em torno de 80% do capital investido. Empresas como Repsol, Petrobrás, Perenco e Andes Petroleum respondem por aproximadamente 50% da produção de petróleo do Equador, e o restante fica a cargo da estatal Petroecuador.


Do ponto de vista político, o Equador distingue-se por sua extrema instabilidade, evidenciada pelo fato de que, desde 1992, nenhum presidente eleito no país conseguiu cumprir seu mandato até o final. O sistema partidário equatoriano encontra-se entre os menos institucionalizados da América Latina; é volátil e fragmentado, um sistema onde regras mudam constantemente e a capacidade de representação de interesses é consideravelmente baixa, mesmo em comparação aos já baixos padrões regionais.