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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Mulheres que correm com os Lobos – Mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem – Clarissa Pinkola Estés

Demorei para “criar” coragem para ler esse livro, não pelo livro ser ruim ou algo assim, mas por que acho que nunca estive pronta para ler esse livro.  Esse é o tipo de livro que temos que estar prontas para ler ( e estou aqui começando a escrever a resenha, e ainda nem cheguei na metade).
 
Esse é um livro que todas as mulheres deveriam ler. Ele fala da mulher selvagem, mulher essa que todas nós temos no nosso interior. Mas o que exatamente é essa “mulher selvagem”?É um lado obscuro que temos? Não é isso não, mas um outro lado que temos, porém muitas não saibam da sua existência.

Nesse livro, a autora utiliza muitos contos clássicos e ela acaba mostrando qual a psicologia por trás desses contos, por trás de seus personagens, e com essa “análise” ela diz que todas as mulheres deveriam ser livres. Mas como assim “ser livre”? O que a autora quer dizer com isso, é que muitas vezes deixamos que outras pessoas tomem decisões por elas. Um dos exemplos que ela usa como “liberdade” é que muitas mulheres, acabam deixando de lado seus hobbys, coisas que as deixam felizes, como por exemplo pintar, dançar, cantar, entre outras coisas, pois ou o tempo não permite, ou outras pessoas não permitem.

Outro exemplo que ela usa é que mulheres que acabam ficando em um relacionamento que acaba lhes fazendo mal, e não saem desse relacionamento. Aceitam parceiros que as humilha, coloca pra baixo, entre outras coisas do gêneros. 

A essência do livro é  a mulher ser decidida e saber o que quer ou não para a sua vida. E é um livro que sempre temos que reler!! Com esse livro, a mulher aprende a se conhecer melhor, a saber seus limites.

Vale sim a leitura. Pra mim foi um pouco difícil pois estou acostumada a ler livros com muito dialogo, mas gostei muito sim, minha nota para ele, 10!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Tratado de Psiquiatria (Talbott Hales Yudofsky)



Tratado de Psiquiatria (Talbott Hales Yudofsky)

A bíblia da psiquiatria! Este livro apresenta, de forma abrangente, os tópicos clinicamente mais relevantes para a psiquiatria.Indispensável para estudantes de psicologia e profissionais da área Psiquiátrica.


Download do Livro Aqui:

Psicopatologia y Semiología Psiquiátrica



Psicopatologia y Semiología Psiquiátrica
Autor: Ricardo Capponi M.
Ano: 2006 (10ª ed.)

Este livro é um texto básico e um instrumento de inestimável valor pedagógico no aprendizado da vasta e difícil disciplina que trata. O estudante de medicina, psicologia e psiquiatria deve, em sua primeira etapa de formação clínica, adquirir conhecimentos que o capacitem a reconhecer os fenômenos psicopatológicos. em um segundo momento, deverá aprender a criar hipóteses diagnósticas interpretativas. O livro desenvolve o método fenomenológico descrito por Jaspers.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

12 Semanas Para Mudar Uma Vida- Augusto Cury



12 Semanas Para Mudar Uma Vida- Augusto Cury

12 Semanas Para Mudar Uma Vida é muito mais que um livro. É um Programa de Qualidade de Vida. Este livro traz ferramentas psicológicas que contribuem para educar a emoção, vencer o estresse e prevenir a ansiedade e outros transtornos psíquicos.

Seu objetivo é enriquecer as relações e levar o ser humano a ter sabedoria, a contemplar o belo, a se apaixonar pela vida e pela espécie humana. É uma verdadeira prática existencial para ser exercitada por todos aqueles que querem conhecer o seu próprio ser e dar um salto na qualidade de vida.



Download Do Livro Aqui:

segunda-feira, 19 de julho de 2010

As regras do método sociológico - (Émile Durkheim).


As regras do método sociológico - Émile Durkheim"Os fatos sociais devem ser tratados como coisas". Com esta afirmação polêmica Émile Durkheim orienta de modo decisivo uma disciplina que estava se formando e à qual esta obra, mais do que qualquer outra, dava fundamentos sólidos. Para Durkheim existe uma ruptura entre a psicologia e a sociologia como existe entre a biologia e as ciências físico-químicas. O ser coletivo possui uma natureza sui generis e a consciência coletiva é distinta da consciência individual.