terça-feira, 19 de abril de 2011

Walden ou A vida nos bosques – Henry David Thoreau



Walden ou A vida nos bosques – Henry David Thoreau

No livro, o autor relata dois anos de solidão vividos nas proximidades do lago Walden, na zona rural da cidade de Concord. Durante esse período, Thoreau não foi propriamente um ermitão, visto que frequentava sua aldeia e também recebia muitas visitas.

Publicado em 1854, Walden é um manifesto poético contra a civilização industrial que ganhou força nos Estados Unidos do século XIX. Diante da maior complexidade da vida social estadunidense derivada do crescimento da industrialização e urbanização, Thoreau propõe o retorno ao simples.

“Walden” é uma proposta prática sobre as possibilidades de uma vida simples. Thoreau retira-se para a floresta, onde constrói sua própria casa e móveis e vive com o mínimo necessário à sobrevivência – sem luxos e em contato intenso com a natureza. Ao mesmo tempo que prova em termos financeiros que uma vida simples é viável, propõe uma nova visão de homem quase mística: em contato com a natureza e com os livros.


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Dialética da Colonização - Alfredo Bosi



Dialética da Colonização - Alfredo Bosi

Colonização, culto, cultura. Três palavras que se aparentam pela raiz verbal comum. Colonização diz o processo pelo qual o conquistador ocupa e explora novas terras e domina os seus naturais. Culto remete à memória dos deuses e dos antepassados que vencedores e vencidos celebram. Cultura é não só a herança de valores mas também o projeto de um convívio mais humano. A cada conceito responde uma dimensão temporal: o presente, o passado e o futuro.
Em capítulos que vão de Anchieta à indústria cultural, Alfredo Bosi persegue com sensibilidade as formas históricas que enlaçaram colonização, culto e cultura: Dialética da colonização é o resultado deste percurso sui generis na história do pensamento brasileiro

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Cultura da Interface – Como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar – Steven Johnson



Cultura da Interface – Como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar – Steven Johnson

Steven Johnson – um dos mais influentes pensadores do ciberespaço cria neste livro uma ponte entre tecnologia e arte. Ao demonstrar como as interfaces – aqueles botões, figuras e palavras na tela através dos quais controlamos a informação – interferem em nossa vida cotidiana, delineia um exuberante panorama cultural e histórico, no qual as interfaces atuais assumem seu devido lugar na linhagem da inovação artística. Escrito em estilo original e acessível, Cultura da Interface confere nova profundidade à discussão vital sobre como a tecnologia transformou a sociedade, e certamente provocará um amplo debate nos círculos tanto literário como tecnológicos.

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#MídiasSociais:Perspectivas, Tendências e Reflexões - PaperCliQ



#MídiasSociais: Perspectivas, Tendências e Reflexões - PaperCliQ

Com o intuito de fomentar o debate sobre a comunicação digital, foi lançado o ebook #MidiasSociais: Perspectivas, Tendências e Reflexões. O material busca sistematizar conhecimentos sobre a área, discutindo temas como Monitoramento Online, Transmídia, Assessoria Política, Geolocalização, Novos Modelos de Negócios, CoolHunting etc.

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O Sentido Do Filme - Sergei Eisenstein



O Sentido Do Filme - Sergei Eisenstein

Essa coletânea de artigos escritos por Eisenstein durante a Segunda Guerra Mundial e publicados em 1942 faz um balanço de sua atividade até então, examinando o passado e projetando-se para o futuro da montagem cinematográfica. Procurando demonstrar que a montagem é uma propriedade orgânica de todas as artes, O Sentido do Filme investiga a relação entre palavra e imagem; a sincronização dos sentidos; as cores e seus significados; e a correspondência entre forma e conteúdo.

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